Category: Comportamento/Hábitos e Hipnose

O que é depressão? Suas causas e Soluções com a hipnose e com a Psicoterapia Sem Falhas.

Compreendendo a depressão. A verdadeira hipnoterapia no tratamento do quadro depressivo.

Depressão é o acumulo de emoções negativas. Fisicamente este acumulo é caracterizado pelo hormônio do stress, cortisol. Cognitivamente é caracterizado pelo acumulo de pensamentos negativos, pessimistas, suicidas e improdutivos.

A atuação do processo hipnoterápico ajuda a compreender e a diagnosticar a psiconeurose depressiva. Sua psicoterapia inevitavelmente alivia, melhora ou elimina simultânea ou isoladamente cada característica depressiva. A hipnose deve ser usada adequadamente para intervir com precisão tanto na compreensão, como na solução e prevenção de reincidência dos sintomas.

Sintomas e características físicas do quadro depressivo

  • Cansaço;
  • Preguiça;
  • Apatia;
  • Afasia;
  • Diabetes;
  • Fadiga;
  • Sonolência diurna;
  • Perda ou limitação da propriocepção;
  • Aumento nos sintomas de inflamação: acne, prurido e coceira;
  • Incidência de dores físicas sem causas físicas;
  • Intensificação de dores físicas com ou sem causas físicas;
  • Hipoglicemia;
  • Hiperglicemia;
  • Aumento de peso repentino;
  • Perda de peso repentina;

Sintomas e características cognitivas do quadro depressivo

  • Falta de esperança;
  • Sentimento de culpa;
  • Sentimento de vergonha;
  • Pessimismo;
  • Pensamentos suicidas e atentados contra a própria vida em maior ou menor grau;
  • Redução da capacidade lógica;
  • Dificuldade em lidar com stress;
  • Aumento da improdutividade no ambiente de trabalho;
  • Hesitação ao lidar com problemas complexos;
  • Sensação de perda de controle;
  • Pensamentos acelerados e ansiosos;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade em se relacionar;
  • Desgosto por atividades que eram habitualmente prazerosas como hobbies e sexo;
  • Incapacidade de erotização;
  • Baixa libido;
  • Desprazer ao tentar imaginar coisas boas;
  • Dificuldade em planejar o futuro;

Na maioria dos quadros depressivos as características acima coexistem. Os sintomas listados podem ser também causas do quadro depressivo. A hipnose, por sua vez, é um viável e eficaz tratamento independente para todas as condições acima.

A depressão e seus sintomas são responsáveis por desabilitar total ou parcialmente a vida de quem assola. Comentários como “não sei o que está acontecendo comigo” ou até mesmo uma mudança na rotina nos horários de lazer ou pequenos erros, antes não cometidos, no ambiente de trabalho podem ser o maior indicativo da existência da depressão, especialmente em seu início.

Causas

As causas para depressão variam, mas não estão limitadas à:

  • Ansiedade;
  • Alto nível de estresse;
  • Reação pós-traumática;
  • Dificuldade de relacionamento;
  • Perda de emprego;
  • Ansiedade performática;
  • Baixa tolerância a erro, frustração, decepção e a dificuldades;
  • Adaptação a novos cenários: novo emprego, escola, faculdade, etc.;

Diagnóstico

A persistência de qualquer um dos sintomas à curto ou médio prazo já deve ser motivo para ir a um especialista.

Com a condição diagnosticada, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível.

Tratamento

A preferência de tratamento é psicoterápica, especialmente para quem não iniciou o tratamento medicamentoso.

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Esperança. Hipnose. Bem-vindo à Psicoterapia Sem Falhas.

Tratamento Medicamentoso

O uso de medicamento só deve ser feito se necessário, como medida paliativa inicial e na ausência de uma eficácia psicoterápica. Caso iniciado, o uso da medicação não deve ser prolongado.

O uso crônico de antidepressivos é responsável por ansiedade, delírio, neuroses, ataques de pânico, psicoses, bipolaridade (depressão maníaca), depressão e diversos outros sintomas. Se houver uso de mais de um medicamento, os efeitos colaterais podem ser maiores.

Para evitar uma possível síndrome de desuso, o abandono da medicação deve ser feito aos poucos e acompanhado por um médico (desmame). A síndrome de desuso pode comprometer os benefícios da psicoterapia.

Pacientes que já estão em tratamento e que desejam iniciar a terapia devem manter as mesmas dosagens dos seus medicamentos pelo menos durante o período de tratamento (mín. 5 meses e meio).

Tratamento Psicoterápico Sem Falhas

Terapia Hipnótica de Henrique de Azevedo – A verdadeira hipnoterapia

É levantado o perfil do indivíduo, sua rotina, rotina, atividades diárias, possíveis fatores estressantes, fatores externos associados, consequências presentes, indivíduos relevantes à ocorrência, incidência, manutenção e recorrência do quadro, fatores estruturais associados (emprego, casamento, filhos, moradia, vizinhos, trânsito, entre outros).

O alívio dos sintomas é o objetivo principal, o que ocorre já na fase de Pré-Atendimento (PA), nos primeiros 30 dias de tratamento. Ainda nestes primeiros 30 dias, é feito o MicroAcompanhamento (MA), que tende a ocorrer 3 vezes por semana, mas que também pode ser diário. O MicroAcompanhamento é responsável por levantar informações sobre progresso com o uso do Material de Higienização (Solução Hipnótica) e sobre o dia-a-dia individual, permitindo uma intervenção mais precisa na fase de Atendimento, onde ocorrem os Contatos Formais Pré-Agendados (CFPA), ou sessões individualizadas.

Na fase de Atendimento (AT) são levados em considerações os primeiros resultados obtidos, melhorias e informações levantadas na fase de Pré-Atendimento. Na maioria dos casos as melhorias estão associadas a:

  • Aumento da sensação subjetiva de bem-estar geral;
  • Melhoria da qualidade do sono;
  • Melhor compreensão do processo do sono e dos sonhos no dia-a-dia e na terapia;
  • Redução da ansiedade e nervosismo;
  • Aumento do relaxamento, calma e conforto;
  • Aumento da autoconfiança e autoestima;
  • Melhor compreensão do quadro e das causas da condição depressiva;

Com o primeiro CFPA marcado para 30 dias após o início do tratamento, com clareza das informações levantadas nos primeiros 30 dias e com os resultados obtidos antes da primeira sessão individualizada de hipnose, as prioridades são redefinidas e a primeira intervenção é feita precisamente para atingir somente o que é considerado relevante de acordo com o progresso já obtido — e com uma qualidade impossível de ter sido alcançada se não fosse pelo período de Pré-Atendimento.

Nas próximas sessões, à cada 3 CFPAs, são analisados os resultados, a estabilidade do progresso obtido, novas estratégias são criadas e novas prioridades são redefinidas para entrar em acordo com os interesses individuais e terapêuticos. Também são feitas as análises e concessões da Garantia Vitalícia de Resultados (GVR) de acordo com a disciplina do cliente.

Ao término do 20º CFPA o processo terapêutico é revisto, os termos do Acompanhamento Vitalício são esclarecidos e a GVR passa a valer. Em caso de insatisfação, um novo processo terapêutico é reiniciado sem ônus — em vista do aprimoramento dos resultados já obtidos¹².

Prognóstico

Na Psicoterapia Sem Falhas todo quadro depressivo apresenta melhoras ou remissão total dos sintomas durante o período de tratamento, mínimo de 5 meses e meio (pacote de 20 sessões) e após o período de tratamento, um quadro de progresso estável é criado. O Acompanhamento Vitalício permite que o indivíduo consulte o psicoterapeuta e usufrua (GVR) ilimitadamente de quaisquer procedimentos adicionais que se mostrem necessários – o que não é comum, mas traz segurança ao cliente.

Durante o PA (Pré-Atendimento) e o AT (Atendimento) recaídas são comuns. Em casos de depressão em nível individual, no PoA (Pós-Atendimento) a incidência de recaídas é próxima a 0% – o que pode aumentar no tratamento da depressão em nível familiar ou de terceiros (leia abaixo).

Indivíduos já em tratamento medicamentoso podem levar até 1 ano ou mais para estabilizar o quadro depressivo completamente, independentemente dos resultados já obtidos no período de tratamento (acompanhamento coberto a partir do pacote de 20 sessões).

Quadros depressivos que envolvem o sistema familiar ou uma terceira ou mais pessoas podem não apresentar os resultados nos mesmos períodos ou podem comprometer resultados já obtidos, adicionando um novo nível de complexidade ao trabalho. Neste caso, o cliente é informado antes do início do tratamento. Entre estes incluem:

  • Co-dependência (dificuldades em lidar com filhos, parentes e pessoas idosas);
  • Relacionamentos conjugais (traição, separação, divórcio, alienação conjugal, conflito de interesses);
  • Relacionamento familiar (problemas com a sogra, genro, interesses conflituosos entre filhos, primos, divisão de herança, entre outros.);

Visão Profissional

O que você precisa ter em mente quanto ao tratamento da depressão é a sua multilateralidade. É difícil para quem está dificuldade reconhecer a simplicidade com a qual a mesma pode ser solucionada. Embora seja um problema complexo, a depressão funciona em ciclos, que uma vez interrompidos, dão espaço a melhoria e a cura total e permanente; ocasionando na remissão dos sintomas e no desaparecimento da nuvem de negatividade, irritação e estresse que tende acompanha-la.

Ter a cabeça no lugar ao receber o tratamento durante a Psicoterapia Sem Falhas é crucial para que o processo seja conduzido da melhor maneira possível. Inúmeros contatos são feitos para que informações sejam levantadas corretamente, correções sejam aplicadas, recuperações de possíveis recaídas e também o ensinamento de técnicas, conceitos e filosofias de vida que tornam a mudança hipnótica permanente e auto mantenedora em todos os níveis do ser.

Hipnose não é um tratamento de resultados voláteis, que vem e passa, se é o que você ouviu por aí ou se é o que você viu em outros lugares. Hipnose lhe dá resultados permanentes. Seus problemas é que são teimosos. E eles voltam de maneiras diferentes. Você é que dá o mesmo nome a eles. No caso da depressão isso é um pouco mais verdade ainda do que nas outras condições tratadas, que possuem o mesmo comportamento, porém em menor quantidade e intensidade. O que fazemos na minha Psicoterapia Sem Falhas é cobrir todas as possibilidades e te ensinar o que realmente é necessário para que você aprenda a lidar com o inesperado que poderia ocasionar novos quadros depressivos. A mudança na hipnose sempre ocorre. Hipnose nunca falha. Mas você pode falhar. E estou aqui para lhe impedir.

Uma vez que chegamos num certo nível de maturidade, comumente após os primeiros meses de tratamento, passamos a ser mais detalhistas e precisos; aprendemos a aparar as pontas, a lapidar o diamante. Neste nível, as recaídas já são reduzidas a níveis incríveis e seus objetivos passam a ser os mais importantes. É quando você não está mais usando sua mente e a hipnose para se livrar de algo, mas para criar algo: obter um resultado, alcançar um objetivo, ser mais feliz, ser mais sagaz, ter uma confiança maior, tocar melhor um instrumento, começar a praticar uma atividade ou esporte que você sempre sonhou, aumentar a performance profissional, dominar uma área de conhecimento nova, reiniciar seus estudos, você que escolhe. Em outros casos há a necessidade de esperar mais, principalmente em casos onde envolvem mais uma pessoa: família, relacionamento (casamento, namoro), trabalho, ou qualquer outra situação. Mas ainda assim os resultados vêm e são notórios.

Para fazer o tratamento comigo, de qualquer lugar do mundo, exclusivamente à distância, contrate meu pacote de 20 sessões. Caso prefira, você também pode iniciar seu autotratamento, com minha Solução Hipnótica Aniquile a Depressão, que não lhe decepcionará. Agora, comparar um tratamento meu a um dos meus áudios, realmente é impossível. Bem, fica a seu critério.

Autotratamento: Solução Hipnótica

Áudio hipnótico de 1 hora diária de duração para autotratamento em qualquer lugar: na sua casa ou no trabalho.

Tratamento mínimo de 30 dias. Resultados garantidos. Produto da Psicoterapia Sem Falhas de Henrique de Azevêdo – CRT 45138.

Acesse a página da Solução Hipnótica Aniquile a Depressão e veja por você mesmo como ela pode te ajudar.

¹ Casos de insatisfação terapêutica no tratamento de depressão na Hipnoticus desde a consolidação do processo da Psicoterapia Sem Falhas, em 2013.
² Na Hipnoticus nunca foi feito um tratamento do quadro depressivo sem a obtenção de melhoras.

Artigo original postado na Hipnoticus: https://www.hipnoterapia.org/pt-br/blog/2016/11/29/que-depressao-suas-causas-solucoes-com-hipnose-com-psicoterapia-sem-falhas/

Hipnose e a causa do problema. Regressão: parada obrigatória?

A visão popular: o passado na hipnose e seu uso na regressão de idade e de vidas passadas

Na boca do povo, e na cabeça de muitos terapeutas, regressão está tão associada à hipnose como estão os números à matemática. Mas seria realmente a hipnose por via de regra uma terapia regressionista? Seria esta abordagem a opção mais indicada em todo tratamento hipnoterápico?

A associação da regressão à hipnose e seus motivos

Por conta de forte influência da escola psicanalista freudiana no início do século 20, muitos profissionais consideram a regressão, o reavivamento do passado, ou o reconhecimento dele, o método terapêutico hipnótico mais eficaz.

E embora todo o respeito histórico, o conhecimento e o reconhecimento popular a favor da regressão, também influenciado pela expansão do espiritismo e dos conceitos espiritualistas, tenha criado inúmeros seguidores da noção terapêutica de que a regressão é o caminho prioritário no tratamento psicoterápico, tornando-o favorito para muitos, é importante notar o avanço obtido no desenvolvimento das infinitas técnicas hipnóticas espalhadas nos últimos 200 anos, muitas delas completamente distantes das noções regressionistas e outras impossivelmente comparáveis em termos de flexibilidade e poder terapêutico-transformacional.

As noções de passado, presente e futuro no âmbito terapêutico hipnótico e seus devidos usos sempre existiram. Contudo, no Brasil, principalmente, a conversa quase sempre se encerra na exploração do passado do hipnotizado, favorecendo a regressão. O que nem sempre é a melhor abordagem terapêutica, principalmente para os indivíduos que não simpatizam com a regressão como modalidade terapêutica, seja esta de idade ou de vidas passadas.

ATENÇÃO: Regressão à 200 metros

Nas últimas décadas, diversos pesquisadores e profissionais registraram diferentes opiniões esclarecendo porque o uso da técnica regressionista, na hipnose ou fora dela, não é obrigatório e, que pode ser, até mesmo nocivo em alguns casos.

O amadurecimento e a criação de novos processo hipnóticos, o surgimento, reconhecimento e amadurecimento da PNL, a popularização da filosofia hipnótica de Milton H. Erickson, o crescimento das escolas cognitivas, comportamentais e cognitivo-comportamentais, o reconhecimento da riqueza da sabedoria popular voltadas à importância do convívio social como necessidades básicas, da identificação do humor como ferramenta terapêutica, da habilidade de foco da mente humana, e, mais ainda, pelas provas da natureza ilusória do tempo, de que só existe o agora, nos deixaram muito mais do que um rastro de idéias de que “O melhor de tudo em relação ao passado é que ele já acabou.” (Richard Bandler).

A insistência do uso da regressão ora deve-se a eficácia comprovada, ora ao fascínio nostálgico experienciado, ora à lógica de encontrar a causa do problema onde ele foi criado e vivido pela primeira vez, ora como um remédio que busca a verdade como ela é, ora ao peso que pode ter o reavivamento de uma lembrança, e, ora como a única saída para resolver um problema nunca antes solucionado. Todas estas alternativas podem nos levar a entender que a regressão é o melhor e talvez o único meio disponível para o descobrimento da causa do problema à ser tratado.

Mas toda essa lógica é posta em desafio quando entendemos que todas as mudanças que fazemos em nossas vidas que tiveram sucesso, fazemos sem pensar no passado, ou ao menos sem prestar muita atenção nele. Muitas mudanças nas nossas vidas ocorrem de forma espontânea.

A não identificação de causas que acompanham mudanças drásticas, cotidianamente, são mais comuns do que costumam ser ponderadas pela filosofia regressionista. A ?causa?, na criação do hábito e na dificuldade que é enfrentada ao tentar mudar, quando descoberta, muitas vezes desperta apenas um entendimento dos fatores motivacionais por trás de um comportamento ou hábito: as crenças de cada um, o que já é importante.

Existem mais pessoas no mundo mudando suas vidas saudável e espontaneamente o tempo inteiro do que pessoas com dificuldades tentando mudar suas vidas através de terapia. Mudanças ocorrem sem que as acompanhemos. Por vezes, não notamos, ou somos avisados por terceiros delas. Além disso, é extremamente compreensível responsabilizar o passado num momento de desorientação e dificuldade emocional.

Passado? Onde fica isso?

Não importa onde você vá, a solução e o problema estão sendo vividos agora. Esta é uma das afirmações da escola terapêutica não-regressionista.

Algo também importante, é que no estado hipnótico, é fácil imaginar situações e criar novas realidades. Isto torna possível o fato de que a memória recuperada pela regressão seja criada ou imaginada pelo hipnotizado. A escola regressionista possui raízes psicanalíticas e freudianas. Tal fato reverbera com o fato de em sua carreira, Freud ter abandonado a hipnose, decidindo que ela não serviria para os propósitos desejados por ele, dedicando-se então ao desenvolvimento da psicanálise. Quando o fez, deixou claro o quão necessário era o descobrimento da causa do problema de seus pacientes para solucionar as neuroses e dificuldades em questão.

Mas, o que muitos parecem não saber ou ignorar, é que Freud, embora um grande gênio da saúde mental, não foi e nem é uma autoridade hipnoterápica. Portanto, sua herança hipnótico-terapêutica, deve ser apreciada com ressalvas.

As pesquisas hipnóticas, totalmente desviadas das noções psicanalistas tendenciais e do mainstream, se mantiveram fortes até a década de 1970, 1980. Com resultados incrivelmente eficazes, com a revelação dos norte-americanos Dave Elman, Milton Erickson, John G. Kappas, com o surgimento da PNL e com uma expansão honrosa da hipnose pro Reino Unido nos anos 90. Quase todos os estudos desde a década de 50 até a década de 70, na minha opinião, uma das épocas mais promissoras da hipnose internacionalmente, exibiam provas dos bons resultados e do por que estudar mais hipnose no meio científico, do por que formalizar seu uso terapêutico, do por que levar a sério a mesma. Muitos destes estudos, não tiveram como nenhuma base, o uso da técnica regressionista como método terapêutico.

Mas então, Henrique, porque a hipnose não é tão respeitada e conhecida como a psicanálise ou como uma abordagem focada no passado? Respondo que isto já está mudando e que inevitavelmente observaremos as consequências positivas destas mudanças no decorrer dos anos.

Nem Freud explica

A assinatura freudiana no desenvolvimento da hipnoterapia no início do século 20, influenciou o uso da hipnose por diversos praticantes. Um dos hipnoterapeutas de maior destaque pregador a escola regressionista foi o supracitado Dave Elman. Elman, como Freud, acreditava que era necessário desvendar a causa do problema, supostamente no passado, afim de encontrar soluções para problemas atuais. Elman durante sua carreira tratou inúmeros indivíduos e treinou diversos médicos americanos.

Enquanto a escola regressionista hipnótica e seus precursores afirmavam-se, outros hipnoterapeutas não-regressionistas, não exclusivamente regressionistas ou que não favoreciam o uso da regressão como modalidade hipnoterápica, também tornavam-se conhecidos por seu trabalho, entre eles estão os também supracitados Milton H. Erickson e John G. Kappas, ambos profissionais bastante influentes na história da hipnose. Surgia também na época a PNL (Programação Neurolinguística), criada por Richard Bandler e John Grinder, que estudaram como excelentes resultados eram obtidos por excelentes profissionais e terapeutas.

Deste mesmo modo, diversos acadêmicos estudaram a hipnose como ferramenta terapêutica. Parte destes acadêmicos concluiu que não era necessário o uso da regressão para que bons resultados fossem obtidos com o uso da hipnose, ideia também reforçada por Kappas, Erickson, pela PNL de Bandler e Grinder e por diversas outras escolas terapêuticas, como as cognitiva, comportamental e cognitivo-comportamental. Muitos acadêmicos também reforçam que o uso da regressão pode ser negativo pela experiência de um possível reavivamento traumático, pelo desencadeamento de traumas não associados à dificuldade posta em contexto, e pela criação de falsas memórias, o que pode ser comum durante o transe hipnótico. A literatura científica é vasta em relação ao último item.

Hipnose e inflexibilidade terapêutica

Na hipnoterapia, a relação hipnoterapia/hipnotizado pode ser curta, muito curta. A crença pessoal do hipnoterapeuta influencia diretamente nos resultados obtidos no tratamento. Na hipnose, com poucas sessões muitas vezes pode-se experienciar uma mudança completa ou um progresso invejável, quando comparamos com outras modalidades psicoterápicas.

Para que a experiência do hipnotizado seja rica e recompensadora, é recomendado que o hipnoterapeuta mantenha-se aberto às crenças do hipnotizado, enquanto, ao mesmo tempo, exerce o papel profissional de guia, mentor, facilitador e terapeuta. Pode-se afirmar que a hipnoterapia e o hipnoterapeuta ideal é aquele que sabe adequar-se à realidade do hipnotizado sem abrir mão do seu profissionalismo e expertise hipnótico.

Não é hipnose

É comum ver a regressão promovida como uma técnica não-hipnótica. E, dada a natureza do transe hipnótico, isto é totalmente possível.

Esta é uma prática que gera conforto tanto para o terapeuta, quanto para o hipnotizado, uma vez que todo o medo e insegurança provocada pela hipnose é descartada de imediato quando entende-se que aquele procedimento de palco, assustador, perigoso, que toma o controle das pessoas, não será utilizado.

Mas o que seria melhor? Promover a informação sobre o que é hipnose e educar cada hipnotizado, ou usufruir dos benefícios terapêuticos e sugestionáveis da hipnose sem ao menos tratar deste assunto?

Uma decisão profissional: o papel do hipnoterapeuta

Todos devem ser educados sobre a hipnose, como ela funciona e como a mesma ocorre diariamente sem que sequer possamos acompanhar, especialmente quando não entendemos o que ela é.

Nem todos compartilham da crença acima. De fato, grande parte dos profissionais que optam por trabalhar com a modalidade regressionista sem associá-la à hipnose o fazem por:

  • Receio de tocar num assunto considerado delicado com seus clientes;
  • Transmitir maior confiança aos clientes evitando desencadear as inseguranças por ora causadas pela hipnose;
  • Evitar a necessidade de desfazer e esclarecer os mitos acerca da hipnose;
  • Desconhecimento da natureza do transe hipnótico e suas variantes diárias;
  • Terem sido ensinados a atuar desta forma, fazendo-o deliberadamente, ou;
  • Simples preferência pessoal;

Sendo a natureza do transe hipnótico o uso da atenção para levar o hipnotizado a um resultado final, tendo como consequência a realização deste, não existe regressão sem hipnose. Contudo, uma vez que o transe hipnótico é algo tão natural, não há necessidade ritualística para alcançar o estágio regressionista, visto que o mesmo ocorre diariamente sem que notemos.

Regressão: antes e depois dela

O procedimento regressionista hipnótico tem como objetivo obter bons resultados terapêuticos. É dado por certo que após um procedimento regressionista, nada de demais pode acontecer, caso o mesmo encontre a causa do problema e o mesmo seja solucionado. Contudo, no momento da regressão, há sempre a possibilidade do cliente reviver outras idéias associadas à época mesmo após o procedimento terapêutico, independente de uma forte catarse emocional ou não.

A possibilidade de regredir espontaneamente dias após o procedimento regressionista pode ser comparada ao fato de regressões espontâneas ocorrerem normalmente ocasionalmente, quando encontramos um amigo de longa data, quando sentimos saudades e lembramos de uma pessoa querida que já se foi, quando revivemos a infância e outros momentos naturalmente nostálgicos. Após a regressão, tais lembranças podem ocorrer com frequência e duração maiores; tendo este acontecimento funções terapêuticas benéficas ou não.

É importante falar também, que, dada a natureza da mente humana ao uso da memória seletiva, todo e qualquer procedimento terapêutico possibilita o desencadeamento de memórias associadas à situações e sensações semelhantes. Estados emocionais conhecidos trarão mais estados emocionais conhecidos. Contudo, muitas vezes no procedimento regressionista lidamos com momentos traumáticos ou desconfortáveis, e é justamente este tipo de seleção mnemônica que gostaríamos de evitar no estágio pós-regressionista. Nestes casos, uma lembrança pós-regressiva incômoda pode ter a tendência de permanecer durante dias, semanas ou meses.

Este entendimento reduz, mas não limita, o entendimento da regressão como a simples lembrança e reavivamento de experiências do passado, podendo estas ocorrerem no consultório, sendo terapêuticas ou fora deste, sendo verdadeiramente espontâneas. A natureza destas lembranças podem ser boas ou ruins, dado o entendimento da memória seletiva que opera de forma independente na mente humana e levando em consideração o uso deliberado de tais memórias para a inovação e renovação individual diárias.

A causa inexistente: quando a causa não é encontrada

Outro item que pode colocar em questionamento o uso da regressão como ferramenta terapêutica são os episódios em que alguns terapeutas, munidos pela crença de que a regressão é a única solução para todos os problemas, a utilizam repetida, continua e indiscriminadamente, independente dos resultados obtidos, sessão após sessão de hipnose. Nestes casos, as chances de uma resolução terapêutica são reduzidas ao simples uso da regressão para encontrar a causa correta do problema, sendo aqui, a regressão terapêutica, a única técnica empregada pelo profissional.

Diversas sessões são realizadas até que o cansaço vence a abordagem regressionista. Classifico estes eventos como casos de “causa inexistente”.

A abordagem no presente: hipnose no aqui e agora

Quando entendemos que todo problema ocorre agora, só existe o presente: o que é sentido, o que é vivido e o que é falado no momento atual. Toda interpretação será alterada de acordo com o que é sentido. As crenças são os itens mais importantes à serem trabalhados na terapia. Definem-se por, porém não limitam-se à: subjetividade da experiência humana, a vida em geral, o cotidiano, o antes, o durante e o depois de cada momento, os ciclos de mudança, transformação e mantenimento da personalidade, das suas percepções, dos processos cognitivos, dos comportamentos e dos hábitos. O estudo de novas estratégias de tratamento, a avaliação constante dos resultados obtidos à cada sessão e o acompanhamento terapêutico são cruciais para que o processo hipnoterápico seja orgânico.

Vale frisar que o terapeuta que prefere atuar no momento presente não descarta a importância do passado, mas o utiliza como recurso adicional, integrativo, como algo que possui a capacidade de corroborar o potencial da sua abordagem terapêutica. Na hipnose, a prática hipnoterápica não-regressionista dá um espaço maior à própria criatividade do hipnoterapeuta e do hipnotizado; cria raízes para um aprendizado valioso, estável e constante. O foco aqui é manter um nível de independência e autoconhecimento que pode ser reutilizado sempre que necessário, não limitando o escopo de solução, muito menos escravizando o hipnotizado ao processo terapêutico, que, por vezes, tende a angariar resultados de forma extremamente rápida e mais flexível do que na abordagem regressionista.

Para obter sucesso na abordagem do presente é crucial que as variáveis corretas sejam levantadas, colocadas em questão e que o hipnoterapeuta esteja apto a identificar o que é relevante para o caso em particular, descartando muitos dos procedimentos convencionais estabelecidos até mesmo por escolas hipnoterápicas antigas e as mais tradicionais, baseadas na própria abordagem hipnótico-regressionista em questão, ou na psicoterapia tradicional, herdada da psicanálise.

O caminho do hipnoterapeuta

É importante que o hipnoterapeuta explore diferentes procedimentos terapêuticos e diferentes técnicas para obter os resultados desejados por quem o procura. Cada indivíduo é único; cada cabeça é um mundo. Cabe ao profissional que costuma utilizar a regressão como ferramenta terapêutica buscar, entender, acompanhar e observar seus resultados, benefícios da sua aplicação comparadas a outras técnicas hipnótico-terapêuticas e decidir qual o melhor caminho a ser tomado.

Como eu atuo

Opto sempre pela criação de estratégias individuais adequadas à cada caso. A utilização de conceitos diversos e o enriquecimento da aplicação de técnicas hipnóticas se dão no momento em que o hipnotizado é descoberto, investigado em meu consultório. Sem dúvida a experiência e semelhança de alguns casos complementam-se, contudo, pré-definições são postas em questionamento à todo o tempo. O caminho está sempre aberto e é sempre passível a mudança, visto que a única constante aqui, é a busca pelo bem-estar e pelo resultado desejado por cada indivíduo. Naturalmente há um acordo entre as partes para que a compreensão do trabalho à ser realizado seja esclarecida e beneficie tanto a estrutura estratégica oferecida pelo hipnoterapeuta, quanto pelo hipnotizado.

No final das contas, o hipnoterapeuta atento se utilizará sempre da melhor hipnose existente: a que o hipnotizado nos traz.

4 razões para você fazer hipnoterapia

A hipnoterapia só usa a parte boa e “não assustadora” da hipnose (se é que você ainda acredita que há algo de assustador nela). Imagine o quão bom seria participar de um processo terapêutico com estas características:

1. Pouca reclamação e muita ação (solução)

Esqueça voltas e voltas na sua vida e buscas intermináveis de problemas do passado. Na hipnoterapia, você ouve mais do que fala. Algumas vezes, o processo terapêutico se torna uma conversa agradável e descontraída. A consequência disso é a facilidade de adquirir informações importantes e promover mudanças poderosas com o maior comprometimento não-consciente que sua mente é capaz de oferecer através da hipnose.

2. Prazeroso e didático

A sensação de estar hipnotizado é incrivelmente prazerosa, descrita por muitas pessoas como uma das melhores sensações já experienciadas. À cada sessão, esta sensação é amadurecida e a experiência hipnótica reforçada, tornando sua capacidade de aprendizado mais flexível e, facilitando a associação dos seus objetivos com sua realidade atual.

3. Mudar naturalmente, sem esforço consciente

Na hipnoterapia, maior parte das mudanças ocorrem sem nenhum esforço consciente. E, mesmo quando necessário algum esforço, tudo é incrivelmente facilitado pelos processos hipnoterápicos. A regra número um aprender a conversar com sua própria mente e deixá-la trabalhar livremente.

4. Mudança e evolução sem limites

Você quer parar de fumar ou somente fumar 3 cigarros por dia, um após cada refeição? Você só quer emagrecer 20 quilos ou quer se tornar um atleta? Seu objetivo é perder o medo de falar em público ou se tornar um palestrante? Na hipnose você escolhe. Os objetivos são bem definidos e cada um deles é trabalhado ao seu desejo e bom gosto.

A hipnoterapia só tem a adicionar pontos positivos na sua vida. Mudanças que você tanto procurava fazer começam a fazer parte da sua vida num piscar de olhos.

Abandonando hipnoticamente o peso de um novo ano: 2013 em perspectiva

Agora reflita.

Considere 1 ano tempo suficiente para aprender bem algo novo. Considere aprender bem algo novo como uma chance de se apaixonar por uma coisa nova. Considere a paixão por uma coisa nova tudo o que era necessário para você ter mais razões para viver todos os próximos anos e dias que virão.

Aprender bem a fazer qualquer coisa deve ser uma opção, sempre. E algumas pessoas descobrem com facilidade a habilidade natural de tornar tudo uma opção na vida delas. Simples como ter lido esta frase.

Se você só quer malhar pro verão deste ano, qual a diferença de malhar pra todos os próximos verões, durante meses seguidos, anos e anos e anos, como se fosse exatamente tudo que era necessário pra você se sentir bem com você? Por que parar por aí? Acabaram as razões. Agora é só vontade de fazer. Só paixão.

O peso não importa mais, a forma física não importa mais, o que falavam de você não importa mais.

Se for só pra fazer e se sentir bem naturalmente? Acabaram as razões. Agora é só vontade de fazer. Só paixão.

Agora escolha.

Hipnose e sono: onde um começa e o outro termina?

Hipnose é sono?

Hipnose é sono ou não é? Muitos perguntam-se qual a grande realidade do estado hipnótico. É sono ou não é? Estamos acordados ou não? Mas se estamos dormindo, podemos estar dormindo e ouvir tudo? Então podemos dormir acordados e ouvir e entender tudo o que falam?

Embora possa parecer complicado, é muito simples: hipnose é e não é sono.  Na hipnose você está e não está dormindo.

Qual a relação entre sono e hipnose?

Para alguns hipnotizados, hipnose é somente sono. Após o transe despertam com um pouco de preguiça, meio sonolentos, não lembram do que aconteceu e acham que dormiram de verdade ou que nada aconteceu.

Mas na verdade, hipnose é somente um tipo de sono. Hipnose é um tipo de sono em que você pode estar de olhos abertos, fechados, extremamente atento ou desatento, cheio de energia ou completamente exausto, pode lembrar de tudo, de somente de algumas coisas ou de absolutamente nada, pode ser perder nos pensamentos, se focar em apenas um, pode incrementar sua habilidade de solucionar problemas, ou piorar, caso seja este seu objetivo.

Qual a diferença entre hipnose e sono, então?

A única, suposta, diferença entre hipnose e sono é o agente provocador e influenciador do sono. Estes agentes podem ser: você mesmo (auto-hipnose, sonhos lúcidos), o hipnotizador (sono hipnótico), ou seu subconsciente (sono comum ou sono noturno).

Digo suposta pois ambos os tipos de sono promovem mudanças subconscientes, além de possuir agentes provocadores e influenciadores.

O papel do agente provocador e do agente influenciador do sono

O agente provocador tem como função induzir o estado do sono no indivíduo.

O agente influenciador tem como função coordenar e dirigir as funções necessárias para que as características e benefícios do sono estejam presentes.

O sono comum/noturno só começa quando o sono hipnótico termina. Todo sono é primariamente hipnótico, visto que deve-se possuir a intenção de dormir, o que é determinado pelo agente provocador do sono. Este será assunto de outro artigo.

Dormindo em alerta, hipnose de palco e sono REM e hipnose

Dormimos em alerta o tempo inteiro. Você está lendo um livro, assistindo um filme ou até mesmo olhando para um lugar qualquer, de repente alguém te chama e você nem nota. Neste sono hipnótico alerta você precisa de um estimulo maior para acordar.

No sono hipnótico alerta podemos comparar o sono hipnótico provado pelo hipnotizador com o sono REM, mas neste caso o agente influenciador do sono é o hipnotizador, não o subconsciente, e não há bloqueio dos movimentos físicos como no sono comum REM.

Exemplo: Se num show de hipnose o hipnotizador manda você dançar frevo, você está sendo influenciado pelo hipnotizador, mas sem o bloqueio dos movimentos físicos presentes no sono comum/noturno REM, que o impediriam de praticar o ato.

O dormir, o descanso e as características e benefícios no sono hipnótico e do sono comum/noturno

Quando falamos em sono, geralmente estamos falando de um momento de descanso, de reparo das energias, de tranquilidade, de extrema paz e bem-estar. Tanto no sono hipnótico quanto no sono comum/noturno podemos alcançar estes objetivos.

O sono hipnótico é particularmente especial quando bem utilizado no intuito de reestabelecer as forças, reharmonizar o indivíduo, reparar as energias, revigorá-lo para o dia-a-dia e tornar possível a reflexão de novas idéias, reprogramação de hábitos e mudança de crenças. No sono hipnótico o agentes influenciador e provocador podem ser o hipnotizador (hetero-hipnose) ou o próprio individual (auto-hipnose).

O sono comum/noturno pode  possuir todas as características e benefícios do sono hipnótico, mas segue um ciclo específico e uma rotina padrão, estabelecida pela hereditariedade da escala evolutiva humana, razão pelo qual foi criado. O resultado e objeto do sono comum pode muitas vezes ser mera influência do sono hipnótico.

O sono hipnótico pode ser experienciado diariamente de forma espontânea ou ritualística. Em alguns transes espontâneos ou ritualísticos a experiência do sono hipnótico pode gerar um pouco de cansaço ao invés do benefício do descanso. O mesmo ocorre com o sono comum/noturnoquando há um problema sua rotina padrão. Exemplo: Problemas ao dormir, sono não reparador, cansaço durante o dia, sensação de ter sonhado porém incapaz de lembrar o sonho.

No sono comum/noturno, o descanso não é alcançado quando algum dos problemas acima está presente em sua rotina padrão, embora não impeça que as outras características e benefícios comuns do sono estejam presentes.

Onde e como a hipnose pode ser utilizada?

A hipnose vem ganhando fama: agora é importante não tropeçar outra vez!

A hipnose como aliada à saúde e bem-estar ganha mais respeito e fama a cada dia que passa. E não é à toa. Pois, afirmo, as possibilidades e benefícios do uso do processo hipnótico são infinitas.

Porém, a forma como a hipnose é abordada por muitos, ainda limita o verdadeiro escopo de definição e utilização da hipnose. Para não correr o risco de continuarmos dando passos lentos, como no passado, é necessário definir e categorizar a hipnose e sua utilização.

Desenvolvimento do Controle Hipnótico

A prática hipnótica, direta ou indiretamente, sempre força e leva ao Desenvolvimento do Controle: Controle mental, controle comportamental, controle atlético, controle sensorial, controle terapêutico e controle metafísico são as primeiras categorias. Este controle pode ser desenvolvido em dois contextos hipnóticos: Contexto Hipnótico Individual e Contexto Hipnótico Grupal. Os contextos, por sua vez, podem ser aplicados pela hetero-hipnose, prática hipnótica onde o operador hipnotiza outra pessoa, ou pela auto-hipnose, prática hipnótica onde o operador é hipnotizado por ele mesmo.

Controle Hipnótico das Massas

Observação: O controle das massas também está associado a uma das categorias de uso da hipnose, mas explicarei em outro artigo, por tratar-se de um contexto de aplicação exclusivamente grupal e por ser um assunto quase raro, quando estudado no campo da prática hipnótica contemporânea.

Categorias do Desenvolvimento do Controle Hipnótico

As categorias abaixo focam-se à aplicação da hetero e/ou auto-hipnose como fenômeno individual, mas não limitam-se a mesma.

1. Controle Mental

Controle dos pensamentos e dos processos cognitivos.

2. Controle Comportamental

Controle de comportamentos compulsivos: roer unha, alimentação, parar de fumar (tabagismo); motivação à prática de novas atividades: incentivo à atividade física, estudos, leitura são algumas delas.

3. Controle Atlético

Aprimoramento do desempenho atlético, auxílio na recuperação muscular, na prática de atividades físicas, aceleração do metabolismo, no treinamento muscular autônomo e no auxílio do metabolismo específico de substâncias.

4. Controle Sensorial

Hipno-anestesia, hipno-analgesia, ajuda em preparos pré e pós cirúrgicos, controle da ansiedade e da percepção sensorial de modo geral.

5. Controle Terapêutico

Autoconhecimento, harmonização, controle emocional, desenvolvimento da autoestima, da autoconfiança e assertividade, facilitando o combate a depressão, tristeza, timidez, medos, fobias e outros problemas de cunho emocional.

6. Controle Metafísico

Experiências fora do corpo, sonhos lúcidos e mediunidade.

Criando um padrão de vida Hipnoticamente Positivo

Como pode-se notar, a prática e Desenvolvimento do Controle Hipnótico quando praticado e exercitado de forma positiva, traz inúmeros benefícios. Este Controle Hipnótico, em todos os contextos, serve como um recurso indispensável para a criação de um padrão de vida Hipnoticamente Positivo.

O outro lado da moeda

O desdém pelo Desenvolvimento do Controle Hipnótico, aumenta as chances da criação de um padrão de vida Hipnoticamente Negativo.

Ter uma vida hipnoticamente negativa é sucumbir com facilidade ao estresse, decepções, frustrações, problemas e dificuldades diárias.

Conclusão

Através da hipnose, é possível criar novos padrões positivos de funcionamento diário e gerar harmonia e bem-estar, no contexto individual ou grupal, através da hetero e da auto-hipnose.

Outro depoimento sobre meu trabalho através da hipnose/hipnoterapia é divulgado no site da Hipnoticus – Hipnose e Hipnoterapia em Brasília/DF

Mais um depoimento é divulgado no site da Hipnoticus, meu consultório aqui em Brasília/DF.

Davi queixava-se basicamente de uma timidez e insegurança geral, um problema que muitas pessoas sofrem aqui em Brasília. Vai uma palinha do depoimento abaixo:

“O trabalho desenvolvido na clínica foi além das minhas expectativas, foi surpreendente!”

Para ler o depoimento completo basta entrar no site da Hipnoticus – Hipnose e Hipnoterapia em Brasília/DF ou clicar no link abaixo:

http://www.hipnoterapia.org/en/hipnoticus/hypnosis-in-brazil/brazilia-df/testimonials-about-hypnosis-hypnotherapy/read/o-trabalho-desenvolvido-na-clinica-foi-alem-das-minhas-expectativas–foi-surpreendente

Qualquer dúvidas, opinião ou sugestão, basta enviar seu comentário abaixo.

Depoimento de cliente divulgado no site da Hipnoticus – Hipnose em Brasília/DF

Foi divulgado no site da Hipnoticus um depoimento sobre meu trabalho com a hipnose/hipnoterapia aqui em Brasília/DF. O cliente Ricardo Pereira Gustamantes (*), tratou-se comigo ainda no final de 2010. Ricardo queixava-se de stress, falta de controle mental, auto-confiança, auto-estima e de outros problemas.

Ricardo gostou muito do tratamento e mantivemos contato desde as primeiras sessões até os dias atuais, posso, até mesmo, considerá-lo um amigo.

Bem. Melhor que minhas palavras, somente as dele:

Leia o depoimento completo no site da Hipnoticus – Hipnose em Brasília/DF clicando aqui ou através do link abaixo:

http://www.hipnoticus.com.br/pt-br/hipnoticus/depoimentos-sobre-a-hipnose-hipnoterapia-em-brasilia

Qualquer dúvida sobre o tratamento, postem abaixo nos comentários e terei o maior prazer em esclarecê-las.

Hipnose no Wall Street Journal (WSJ)

A hipnose recebeu destaque no Wall Street Journal.

Leia o artigo completo no link abaixo:

http://online.wsj.com/article/SB10001424052702304444604577337542464817590.html