Hipnose: Autoconfiança Espontânea e Definitiva

O que é autoconfiança?

Autoconfiança é a sensação natural de estar sob controle de si próprio. Pessoas autoconfiantes sentem-se confortáveis consigo mesmas, com o que fazem e com tudo o que ocorre ao seu redor.

Lidar com eventos inesperados com serenidade é a maior demonstração de autoconfiança. O homem autoconfiante sente-se capaz, confortável e calmo com as circunstâncias diárias de sua vida, sejam negativas ou positivas.

A confiança pessoal tem como base equilíbrio, harmonia, firmeza e autocontrole.

Como ser autoconfiante?

Para ser mais confiante é preciso dominar o jeito certo de lidar com as circunstâncias ao nosso redor e com nós mesmos. Autoconfiança é autoconhecimento. Autoconhecimento é aprendizado constante. Quando alcançamos este nível constante de aprendizado, somos confiantes. Ter confiança é aprender a aprender. Ter confiança é se adequar ao novo com calma e serenidade. Ter confiança é enxergar o mesmo de sempre com o olhar novo do agora.

Não ter confiança é estacionar no mesmo lugar. Não ter confiança é parar de aprender. Logo, novas ideias sobre os mesmos acontecimentos trazem mais confiança. Já as mesmas ideias, podem diminuí-la.

Mesmo não sendo um assunto comumente discutido, a autoconfiança é a origem de todo comportamento, ação, atividade, exercício e prática profissional. Autoconfiança é algo aprendido. Autoconfiança é algo que se desenvolve. O aprendizado de qualquer atividade requer o desenvolvimento da autoconfiança, sem ela, nada pode ser feito. O simples hábito de andar requer confiança: confiança em caminhar, em sentir os pés firmes no chão, e o esquecido fato de que um dia, já tentamos andar e por muitas vezes, ao tentar fazê-lo, caíamos.

Confiança em agir, em fazer, em atuar de determinada forma, é algo passado de um ser humano para o outro. Aprende-se a ser confiante, fazendo o mesmo que alguém confiante já fez antes. Através do exemplo e da adaptação das circunstâncias individuais e naturais do aprendizado.

Quando falamos em autoconfiança em sermos quem somos, falamos basicamente em nos sentir bem na própria pele. E isto, todos devem aprender a desenvolver diariamente. A mesma sensação de confiança deve existir em diferentes atividades profissionais, como na do advogado, do desenvolvedor de software, do vendedor, do professor, do administrador e do atleta, praticante de atividades físicas quaisquer que sejam elas. Deste modo, a confiança refere-se ao fato de nos sentirmos bem com o que fazemos e com o que vivemos. Toda atividade diária requer confiança e, naturalmente, mais confiança, parar gerar mais tranquilidade, conforto e calma.

Como a hipnose ajuda a ter mais confiança?

A hipnose, por si só, é um estado de aprendizado. Ao usar o estado hipnótico e os paralelos hipnóticos: aplicações e técnicas hipnóticas que nos transformam de dentro para fora, podemos deliberadamente escolher e guiar nosso cérebro, nossa mente e quem nós somos de um novo modo, nos posicionando de formas não limitantes ao novo e ao que desejamos obter.

A hipnose lhe coloca num estado onde sua mente para por alguns instantes. Na hipnose sua mente para e lhe permite aprender mais, através de palavras, comandos, símbolos e com o uso da sua imaginação, lhe adaptando a novas situações de formas que você não saberia como fazer sem ela.

O uso da hipnose é o único caminho que lhe permite ter domínio total sobre seu ser e ter autoconfiança total em qualquer meio e em qualquer área da sua vida.

Minimizando momentos de hesitação, de dúvida, de mal-estar, de inadequação, a hipnose lhe traz certeza constante de que tudo está e ficará bem. Ela trabalha lhe colocando num constante estado onde o que quer que ocorra, nada lhe afetará, onde você saberá como agir, ou como não agir. Este é o nível maior de autoconfiança que se pode obter: confiança total. E este nível de confiança possui crescimento ilimitado.

Tratamento Individualizado

O tratamento individualizado começa com o mínimo de 10 sessões e tem duração de 6 meses nos quais lidamos com todo o tipo de sensação, pensamento e limitações individuais. O tratamento é iniciado com a higienização mental de 1 mês, seguido de 10 sessões pré-agendadas e possui garantia e acompanhamento vitalícios para no caso de recaídas e na necessidade de reaver resultados obtidos anteriormente a qualquer momento da sua vida.

Condições psicológicas, psiquiátricas e médicas também são levadas em consideração como: depressão (mín. 20 sessões), bipolaridade, baixa autoestima, ansiedade sendo as mais comuns em casos de baixa autoconfiança.

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Autotratamento

Disponibilizamos também o autotratamento em áudio com a Solução Hipnótica Confiança Total.

A Solução Hipnótica Confiança Total é um áudio que permite que você faça seu autotratamento diário no horário e local mais convenientes pra você, lhe dando resultados melhores do que qualquer outro tratamento disponível, até mesmo em consultório.

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Original: https://www.hipnoterapia.org/pt-br/blog/2017/07/28/hipnose-autoconfianca-espontanea-definitiva/

PNL é hipnose. Hipnose sistematizada.

Hipnose vs. PNL. Ou seria Hipnose = PNL? Ou, ainda melhor, PNL = Hipnose?

Hipnose

A hipnose é uma abordagem generalista que trabalha com sistemas humanos de qualquer forma que seja pensada ou discursada. Independentemente da linha técnica ou filosófica de estudo, não há uma integração de representatividade interna, uma estabilidade de aplicação, mas sim de processos genéricos (transe profundo vs. transe leve, esqueceu vs. não esqueceu). É como nadar. Todos nadam, até os que não sabem aprendem no desespero pra não morrerem afogados. Pouco pode-se correlacionar entre o pensamento de um autor e de outro tratando-se de eficácia e discurso. O chão da concordância técnica na hipnose é pequeno. Isto deve-se ao fato da hipnose ser estudada como estado, não como processo. Erro, diga-se de passagem, que Kappas não cometeu. Já não pode-se falar o mesmo de Erickson, Elman e outros. Na hipnose todo conhecimento humano é conhecimento humano. A hipnose é o transe que pode redefinir esta estrutura, que nunca deixará de ser humana. Mas a hipnose como área de conhecimento não te obriga a pensar no problema como uma questão do campo hipnótico, ela te mantém no campo humano.

PNL

A PNL é uma abordagem específica que trabalha com os sistemas humanos seguindo suas próprias regras. Há apenas uma PNL. Os termos foram criados e são compartilhados em artigos, livros e profissionais. A discordância e discrepância entre seus íntimos é no máximo um exercício de criatividade técnica. No sistema da PNL todo conhecimento humano torna-se PNL e facilita por si só o estudo deste conhecimento. Modelagem, muitos chamam. Algo que você vê, ouve, sente (sistemas representacionais) alguém fazer e pode repetir tão bem quanto. O problema humano aqui agora é um problema do campo da PNL, não do campo humano.

Integração de Sistemas

Quando a hipnose se une a PNL, sua irmã mais nova introduzida a humanidade há pouco menos de 50 anos, ela ganha estrutura séria. Deixa de ser vista como estado e começa ser vista e enxergada como processos. Processos de mudança. Processos subconscientes, processos inconscientes, processos a curto, médio e longo prazo. Por obrigação clínica, pode-se dizer, a PNL dá roupa a essência da hipnose. Você não pensa na hipnose usando Sistemas Representacionais, Linha do Tempo, Dissociação Visual Cinestésica, Swish, Padrões de Linguagem, Meta Modelo ou Modelo Milton até a chegada da PNL, vindoura dos modeladores de Erickson. Bander e Grinder. Na hipnose você diz: induz o ESTADO, aprofunda o ESTADO, trabalha com o ESTADO, gerencia o ESTADO e desperta a pessoa do ESTADO. Uma limitação teórica que pode dar dor de cabeça. Pois o que é o estado? Qual o melhor estado? Há um estado correto? O hipnotizado está no estado ou fora dele? E se o estado estiver errado? E se estiver, o que há de bom nisso? E se o estado, não for o estado? E se o bom do estado não for do estado, for da dinâmica, usada em qualquer estado? E se a necessidade do estado não existir? E se o estado estiver errado? A PNL libertou a hipnose do estado. Pode-se dizer primeiramente que este foi mérito de Erickson e não da PNL. Até por que, o desfavor que a mesma fez ao espírito de Erickson, enquanto simplificava sua terapêutica e linguagem, foi grande. Mas, quem liga? Rossi. Rossi, Brooks, Gilligan e Betty ligam.

O Legado de Erickson

Erickson era um mago criador, não um conjunto de regras rígidas a serem registradas. No mínimo, todo treinamento que envolve Erickson e sua alma, caso da PNL, deveria quadruplicar a criatividade de seus alunos. O que sabemos que não ocorre. Erickson era a solução para o eterno mundo sem graça mecanicista. Mais ainda pedagogicamente. Era impossível sistematizar Erickson em uma década. Bandler e Grinder sentiram isto. Gilligan, Rossi, Betty e Brooks também. Mas estes últimos, ao invés de parar nos 10, foram até a eternidade. Marcaram a história da hipnose como verdadeiros discípulos de Erickson. São orgulhos da hipnose indireta, pregada pelo seu mentor, que representa a maior compreensão do significado da palavra inconsciente já antes visto.

Erickson jogou fora o estado e abraçou o resultado. A eficácia, a penetrante capacidade de perceber e mudar o que é importante. E a PNL sistematizou isso. Só que antes de sistematizar Erickson, sistematizou suas próprias intenções, dando espaço para sistematizar a todos, criando um intercâmbio epistemológico pouco admirado por profissionais de PNL e hipnose hoje.

O Preço do Sistema

Hoje então o que era a simples imaginação humana é ensaio mental, é ponte ao futuro e lembre bem que imagina-se com os ouvidos, com o corpo e com todos os outros sentidos também. O que antes era regressão e projeção, agora é linha do tempo. O que antes era uma sugestão poderosa agora é padrão de linguagem. E pode ter nome de gente. Destruir uma imagem e substituí-la por outra não é mais um exercício óbvio de abstração, mas sim um swish. E nós agradecemos. A riqueza da PNL não matou a hipnose pela própria obstinação da mesma pelo estado, da qual já se libertou há muitos anos. Se Elman apostou nele, Kappas o desconstruiu, Erickson o abandonou e estamos hoje aqui: sem obrigação alguma com o estado, mas cheios de obrigação com o resultado.

Ao longo da história, para hipnose, o estado é o que fascina. Já a PNL chegou para lembrar o que os fascinados vieram alcançar.

O que é depressão? Suas causas e Soluções com a hipnose e com a Psicoterapia Sem Falhas.

Compreendendo a depressão. A verdadeira hipnoterapia no tratamento do quadro depressivo.

Depressão é o acumulo de emoções negativas. Fisicamente este acumulo é caracterizado pelo hormônio do stress, cortisol. Cognitivamente é caracterizado pelo acumulo de pensamentos negativos, pessimistas, suicidas e improdutivos.

A atuação do processo hipnoterápico ajuda a compreender e a diagnosticar a psiconeurose depressiva. Sua psicoterapia inevitavelmente alivia, melhora ou elimina simultânea ou isoladamente cada característica depressiva. A hipnose deve ser usada adequadamente para intervir com precisão tanto na compreensão, como na solução e prevenção de reincidência dos sintomas.

Sintomas e características físicas do quadro depressivo

  • Cansaço;
  • Preguiça;
  • Apatia;
  • Afasia;
  • Diabetes;
  • Fadiga;
  • Sonolência diurna;
  • Perda ou limitação da propriocepção;
  • Aumento nos sintomas de inflamação: acne, prurido e coceira;
  • Incidência de dores físicas sem causas físicas;
  • Intensificação de dores físicas com ou sem causas físicas;
  • Hipoglicemia;
  • Hiperglicemia;
  • Aumento de peso repentino;
  • Perda de peso repentina;

Sintomas e características cognitivas do quadro depressivo

  • Falta de esperança;
  • Sentimento de culpa;
  • Sentimento de vergonha;
  • Pessimismo;
  • Pensamentos suicidas e atentados contra a própria vida em maior ou menor grau;
  • Redução da capacidade lógica;
  • Dificuldade em lidar com stress;
  • Aumento da improdutividade no ambiente de trabalho;
  • Hesitação ao lidar com problemas complexos;
  • Sensação de perda de controle;
  • Pensamentos acelerados e ansiosos;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade em se relacionar;
  • Desgosto por atividades que eram habitualmente prazerosas como hobbies e sexo;
  • Incapacidade de erotização;
  • Baixa libido;
  • Desprazer ao tentar imaginar coisas boas;
  • Dificuldade em planejar o futuro;

Na maioria dos quadros depressivos as características acima coexistem. Os sintomas listados podem ser também causas do quadro depressivo. A hipnose, por sua vez, é um viável e eficaz tratamento independente para todas as condições acima.

A depressão e seus sintomas são responsáveis por desabilitar total ou parcialmente a vida de quem assola. Comentários como “não sei o que está acontecendo comigo” ou até mesmo uma mudança na rotina nos horários de lazer ou pequenos erros, antes não cometidos, no ambiente de trabalho podem ser o maior indicativo da existência da depressão, especialmente em seu início.

Causas

As causas para depressão variam, mas não estão limitadas à:

  • Ansiedade;
  • Alto nível de estresse;
  • Reação pós-traumática;
  • Dificuldade de relacionamento;
  • Perda de emprego;
  • Ansiedade performática;
  • Baixa tolerância a erro, frustração, decepção e a dificuldades;
  • Adaptação a novos cenários: novo emprego, escola, faculdade, etc.;

Diagnóstico

A persistência de qualquer um dos sintomas à curto ou médio prazo já deve ser motivo para ir a um especialista.

Com a condição diagnosticada, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível.

Tratamento

A preferência de tratamento é psicoterápica, especialmente para quem não iniciou o tratamento medicamentoso.

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Esperança. Hipnose. Bem-vindo à Psicoterapia Sem Falhas.

Tratamento Medicamentoso

O uso de medicamento só deve ser feito se necessário, como medida paliativa inicial e na ausência de uma eficácia psicoterápica. Caso iniciado, o uso da medicação não deve ser prolongado.

O uso crônico de antidepressivos é responsável por ansiedade, delírio, neuroses, ataques de pânico, psicoses, bipolaridade (depressão maníaca), depressão e diversos outros sintomas. Se houver uso de mais de um medicamento, os efeitos colaterais podem ser maiores.

Para evitar uma possível síndrome de desuso, o abandono da medicação deve ser feito aos poucos e acompanhado por um médico (desmame). A síndrome de desuso pode comprometer os benefícios da psicoterapia.

Pacientes que já estão em tratamento e que desejam iniciar a terapia devem manter as mesmas dosagens dos seus medicamentos pelo menos durante o período de tratamento (mín. 5 meses e meio).

Tratamento Psicoterápico Sem Falhas

Terapia Hipnótica de Henrique de Azevedo – A verdadeira hipnoterapia

É levantado o perfil do indivíduo, sua rotina, rotina, atividades diárias, possíveis fatores estressantes, fatores externos associados, consequências presentes, indivíduos relevantes à ocorrência, incidência, manutenção e recorrência do quadro, fatores estruturais associados (emprego, casamento, filhos, moradia, vizinhos, trânsito, entre outros).

O alívio dos sintomas é o objetivo principal, o que ocorre já na fase de Pré-Atendimento (PA), nos primeiros 30 dias de tratamento. Ainda nestes primeiros 30 dias, é feito o MicroAcompanhamento (MA), que tende a ocorrer 3 vezes por semana, mas que também pode ser diário. O MicroAcompanhamento é responsável por levantar informações sobre progresso com o uso do Material de Higienização (Solução Hipnótica) e sobre o dia-a-dia individual, permitindo uma intervenção mais precisa na fase de Atendimento, onde ocorrem os Contatos Formais Pré-Agendados (CFPA), ou sessões individualizadas.

Na fase de Atendimento (AT) são levados em considerações os primeiros resultados obtidos, melhorias e informações levantadas na fase de Pré-Atendimento. Na maioria dos casos as melhorias estão associadas a:

  • Aumento da sensação subjetiva de bem-estar geral;
  • Melhoria da qualidade do sono;
  • Melhor compreensão do processo do sono e dos sonhos no dia-a-dia e na terapia;
  • Redução da ansiedade e nervosismo;
  • Aumento do relaxamento, calma e conforto;
  • Aumento da autoconfiança e autoestima;
  • Melhor compreensão do quadro e das causas da condição depressiva;

Com o primeiro CFPA marcado para 30 dias após o início do tratamento, com clareza das informações levantadas nos primeiros 30 dias e com os resultados obtidos antes da primeira sessão individualizada de hipnose, as prioridades são redefinidas e a primeira intervenção é feita precisamente para atingir somente o que é considerado relevante de acordo com o progresso já obtido — e com uma qualidade impossível de ter sido alcançada se não fosse pelo período de Pré-Atendimento.

Nas próximas sessões, à cada 3 CFPAs, são analisados os resultados, a estabilidade do progresso obtido, novas estratégias são criadas e novas prioridades são redefinidas para entrar em acordo com os interesses individuais e terapêuticos. Também são feitas as análises e concessões da Garantia Vitalícia de Resultados (GVR) de acordo com a disciplina do cliente.

Ao término do 20º CFPA o processo terapêutico é revisto, os termos do Acompanhamento Vitalício são esclarecidos e a GVR passa a valer. Em caso de insatisfação, um novo processo terapêutico é reiniciado sem ônus — em vista do aprimoramento dos resultados já obtidos¹².

Prognóstico

Na Psicoterapia Sem Falhas todo quadro depressivo apresenta melhoras ou remissão total dos sintomas durante o período de tratamento, mínimo de 5 meses e meio (pacote de 20 sessões) e após o período de tratamento, um quadro de progresso estável é criado. O Acompanhamento Vitalício permite que o indivíduo consulte o psicoterapeuta e usufrua (GVR) ilimitadamente de quaisquer procedimentos adicionais que se mostrem necessários – o que não é comum, mas traz segurança ao cliente.

Durante o PA (Pré-Atendimento) e o AT (Atendimento) recaídas são comuns. Em casos de depressão em nível individual, no PoA (Pós-Atendimento) a incidência de recaídas é próxima a 0% – o que pode aumentar no tratamento da depressão em nível familiar ou de terceiros (leia abaixo).

Indivíduos já em tratamento medicamentoso podem levar até 1 ano ou mais para estabilizar o quadro depressivo completamente, independentemente dos resultados já obtidos no período de tratamento (acompanhamento coberto a partir do pacote de 20 sessões).

Quadros depressivos que envolvem o sistema familiar ou uma terceira ou mais pessoas podem não apresentar os resultados nos mesmos períodos ou podem comprometer resultados já obtidos, adicionando um novo nível de complexidade ao trabalho. Neste caso, o cliente é informado antes do início do tratamento. Entre estes incluem:

  • Co-dependência (dificuldades em lidar com filhos, parentes e pessoas idosas);
  • Relacionamentos conjugais (traição, separação, divórcio, alienação conjugal, conflito de interesses);
  • Relacionamento familiar (problemas com a sogra, genro, interesses conflituosos entre filhos, primos, divisão de herança, entre outros.);

Visão Profissional

O que você precisa ter em mente quanto ao tratamento da depressão é a sua multilateralidade. É difícil para quem está dificuldade reconhecer a simplicidade com a qual a mesma pode ser solucionada. Embora seja um problema complexo, a depressão funciona em ciclos, que uma vez interrompidos, dão espaço a melhoria e a cura total e permanente; ocasionando na remissão dos sintomas e no desaparecimento da nuvem de negatividade, irritação e estresse que tende acompanha-la.

Ter a cabeça no lugar ao receber o tratamento durante a Psicoterapia Sem Falhas é crucial para que o processo seja conduzido da melhor maneira possível. Inúmeros contatos são feitos para que informações sejam levantadas corretamente, correções sejam aplicadas, recuperações de possíveis recaídas e também o ensinamento de técnicas, conceitos e filosofias de vida que tornam a mudança hipnótica permanente e auto mantenedora em todos os níveis do ser.

Hipnose não é um tratamento de resultados voláteis, que vem e passa, se é o que você ouviu por aí ou se é o que você viu em outros lugares. Hipnose lhe dá resultados permanentes. Seus problemas é que são teimosos. E eles voltam de maneiras diferentes. Você é que dá o mesmo nome a eles. No caso da depressão isso é um pouco mais verdade ainda do que nas outras condições tratadas, que possuem o mesmo comportamento, porém em menor quantidade e intensidade. O que fazemos na minha Psicoterapia Sem Falhas é cobrir todas as possibilidades e te ensinar o que realmente é necessário para que você aprenda a lidar com o inesperado que poderia ocasionar novos quadros depressivos. A mudança na hipnose sempre ocorre. Hipnose nunca falha. Mas você pode falhar. E estou aqui para lhe impedir.

Uma vez que chegamos num certo nível de maturidade, comumente após os primeiros meses de tratamento, passamos a ser mais detalhistas e precisos; aprendemos a aparar as pontas, a lapidar o diamante. Neste nível, as recaídas já são reduzidas a níveis incríveis e seus objetivos passam a ser os mais importantes. É quando você não está mais usando sua mente e a hipnose para se livrar de algo, mas para criar algo: obter um resultado, alcançar um objetivo, ser mais feliz, ser mais sagaz, ter uma confiança maior, tocar melhor um instrumento, começar a praticar uma atividade ou esporte que você sempre sonhou, aumentar a performance profissional, dominar uma área de conhecimento nova, reiniciar seus estudos, você que escolhe. Em outros casos há a necessidade de esperar mais, principalmente em casos onde envolvem mais uma pessoa: família, relacionamento (casamento, namoro), trabalho, ou qualquer outra situação. Mas ainda assim os resultados vêm e são notórios.

Para fazer o tratamento comigo, de qualquer lugar do mundo, exclusivamente à distância, contrate meu pacote de 20 sessões. Caso prefira, você também pode iniciar seu autotratamento, com minha Solução Hipnótica Aniquile a Depressão, que não lhe decepcionará. Agora, comparar um tratamento meu a um dos meus áudios, realmente é impossível. Bem, fica a seu critério.

Autotratamento: Solução Hipnótica

Áudio hipnótico de 1 hora diária de duração para autotratamento em qualquer lugar: na sua casa ou no trabalho.

Tratamento mínimo de 30 dias. Resultados garantidos. Produto da Psicoterapia Sem Falhas de Henrique de Azevêdo – CRT 45138.

Acesse a página da Solução Hipnótica Aniquile a Depressão e veja por você mesmo como ela pode te ajudar.

¹ Casos de insatisfação terapêutica no tratamento de depressão na Hipnoticus desde a consolidação do processo da Psicoterapia Sem Falhas, em 2013.
² Na Hipnoticus nunca foi feito um tratamento do quadro depressivo sem a obtenção de melhoras.

Artigo original postado na Hipnoticus: https://www.hipnoterapia.org/pt-br/blog/2016/11/29/que-depressao-suas-causas-solucoes-com-hipnose-com-psicoterapia-sem-falhas/

Os 4 grandes perigos da hipnose

Eles não tem pena de você. E eles vão acabar com sua vida. Mas só se você deixar.

1. Não fazer.

Viver sem os benefícios da hipnose é algo extremamente não recomendado. A aposta em terapias naturais, “alternativas” e holísticas subjetivas cresce sem que sequer pense-se em dominar a si mesmo literalmente.

Meditação, acupuntura, yoga são apenas alguns exemplos da busca incessante pelo bem-estar subjetivo, por uma vida menos ansiosa, livre de estresse e preocupações. Estas mesmas pessoas não foram ensinadas, não até lerem este texto, sobre a superioridade hipnótica quando se fala em manutenção do bem-estar e do domínio corpo-mente.

Continuar arriscando ou indo para lugar nenhum através de melhorias temporárias ou aceitáveis oferecidas pelas modalidades acima representa uma grande perda de tempo na jornada de quem olhou grosseiramente para hipnose e não entendeu o simples fato de que o poder do palco na hipnose, é o poder da hipnose na sua vida para todas as áreas imagináveis e inimagináveis.

Exemplos do que pode ser tratado de modo fulminante, com resultados incrivelmente superiores a outras modalidades terapêuticas são: Depressão, Ansiedade, Ansiedade Generalizada, Síndrome do Pânico, Transtorno Obsessivo Compulsivo, Fibromialgia, Tensão Pré-Menstrual (TPM), Dores Crônicas, Enxaqueca, Ejaculação Precoce, Impotência Sexual, Atração Indesejada Pelo Mesmo Sexo (AIMS), Bipolaridade, TDAH, TDA, Estresse Pós-Traumático, Recuperação Pós-Operatória, Preparo Pré-Operatório, Anestesia Hipnótica (Total ou Parcial), Analgesia Hipnótica (Total ou Parcial), Recuperação Pós-Derrame, Pressão Alta, Enurese Diurna, Enurese Noturna, Tricotilomania e todas as outras mazelas médicas e psicológicas sem exceção.

A lista de itens acima representa uma porcentagem da minha experiência clínica nos últimos 10 anos em atendimentos presenciais e também à distância.

2. Não saber o que é.

Continuar entendendo a hipnose de forma limitada, como uma estratégia circense exclusiva a apresentações de entretenimento ou imaginar que a mesma refere-se a fenômenos espirituais, de manipulação das massas, ou também apenas para regressão de vidas passadas ou de idade é não saber o que a hipnose é.

O que é hipnose, então, Henrique?

Hipnose é o modelo de programação humana.

E como isto funciona?

A hipnose desliga sua mente consciente crítica, estimula sua mente inconsciente autônoma e mantém sua mente consciente observadora ligada. Em casos onde o estímulo inconsciente é muito intenso, ocorre o estado de amnésia.

Literalmente, a hipnose pode salvar sua vida, mudar sua vida, transformar sua vida, desbloquear sua vida, eliminar as resistências da sua vida e fazer com que você viva o que sempre desejou com coragem, calma, confiança, serenidade e profunda satisfação pessoal.

Pesquise. Estude. Ou, no mínimo, leia mais um pouco sobre o assunto. Informe-se e entenda que existem meios que tentarão limitar a hipnose. E isto, de antemão, como responsável proponente dela, é o que lhe ordeno a não acreditar.

3. Ter medo dela.

A hipnose não é um bicho. Não é um animal que funciona sozinho. Não é um ser irracional que vive de se alimentar e satisfazer suas necessidades fisiológicas (sendo dormir uma delas).

A hipnose precisa de você pra funcionar. E que bom. Pois ela, a hipnose, é a forma como você muda, o tempo inteiro, o tempo todo, à cada segundo, pensamento a pensamento, seja em 1 dia, 1 semana, 1 mês ou 2 anos. Não tente compreender respondendo ou falando algo que já lhe parece ser conveniente. Isto é aprendizado. Medite sobre o que eu falei. Por que você não sabia disto ainda? Por que você tem medo dela? O que você acha que acontecerá? O que você pensa que acontece com todos que fazem hipnose? Por que não falam mais sobre ela? Será pela fama e pelo medo? Pelo preconceito? Pela falta de aceitação? Pelo medo de ser rejeitado ao comentar sobre o assunto? Bem. Vença isso agora e você estará dando um passo a frente. Ainda mais levando toda a humanidade com você, pois, como já deve ter imaginado, medo não serve pra nada. Só pra atrasar seu desenvolvimento.

Você não concorda com o medo se deseja superá-lo. No mínimo, você o desafia. E para fazê-lo, você deve se informar e viver o medo. Tenho certeza que você como todo outro ser humano do mundo, pode se beneficiar de melhorias constantes diárias promovidas pela hipnose e mais ainda caso tenha algum problema psicoterápico.

Especialmente se você faz psicoterapia, já deve ter ouvido falar algo sobre o assunto. E muitos psicólogos fazem o desfavor de não recomendar a hipnose por ‘não ser a hora certa de usá-la em “nosso processo”‘ (o processo é seu ou do psicólogo, afinal de contas), ou afirmando que ‘é uma técnica muito profunda que pode provocar desgastes e traumas’ (sim, mas até se isto ocorrer, é a própria hipnose que irá resolvê-los; e o melhor, raramente isto ocorre), ou até mesmo dizendo que ‘pro seu caso não é bom, é melhor evoluir aos poucos’, e, talvez a mais conhecida seja ‘a mudança vem e vai rapidamente, não é nada consistente’.

Bem, estou aqui para te falar como profissional, como alguém que possui a hipnose como estilo de vida, como uma religião, que nenhuma das afirmações que lhe deram é coerente com o que a hipnose é, com o que ela quer oferecer para você ou com o que pode-se fazer de forma madura com a mesma. Já imaginou ou percebeu que todas estas pessoas que afirmaram ‘coisas’ estranhas sobre a hipnose para você não a utilizam ou possuem no mínimo, um conceito limitado sobre a mesma? Ou ainda melhor, pregam o que não usam? Ou talvez ainda mais especificamente: não usam a hipnose para eles mesmos, se é que usam para outras pessoas. E, quando usam, possuem experiência limitada, não apenas por aplicação, mas por literatura, ensinamentos ou por um sistema de crenças falho em promover evolução e desenvolvimento?

Os profissionais que nos dias de hoje são responsáveis por carregar e distribuir comumente a carga da palavra psicoterapia são os que menos sabem o que ela realmente é. Estes são os mesmos que afirmam sem sequer reconhecer ou lembrar de que a hipnose foi a primeira psicoterapia da historia da humanidade e que é por sua vez a mais eficaz. Não me responsabilizarei aqui por explicar ou justificar o desconhecimento destes dois fatos, apenas o responsabilizo por tratar de dar seus passos na direção do conhecimento hipnótico. O faço como um convite a você, sua família e todas as pessoas queridas a viverem uma vida melhor. Ainda melhor do que já pode estar. Se esta para você for uma boa promessa, fico feliz que a reconheça como tal.

Naturalmente, livre-se do medo e desafie sua realidade. Informe-se. Use a hipnose. Seja hipnotizado. Hipnotize-se. Dê um jeito de conhecê-la de verdade e juro que verá o quão bom foi descobrir este meio de comunicação com sua mente e com sua vida, depois de anos escondido de uma das maiores verdades, dos maiores facilitadores e dos maiores meios de transformação da humanidade.

4. Opinar sem nunca ter feito.

Encher a boca pra falar com toda a ignorância e vontade sobre um assunto que não lhe é comum ou ainda mais raramente inerente a sabedoria dos demais é algo que eu não esperaria ver nem mesmo de alguém que não teria capacidade para ler este texto.

Compreende o quão fútil, ignorante e preconceituoso é falar mal da hipnose sem que isto tenha lhe tocado de qualquer modo? E se isto já te tocou de algum modo, que tal compreender que sua experiência jamais prevalecerá a verdade maior de que hipnose é um bem e apenas isto, um bem para a humanidade e para todos? Como entender que o princípio básico da sugestão, utilizado com maestria pela hipnose é o que cria a realidade e, que, para usufruir do mesmo, basta que você doutrine-se no mesmo, por tempo, experiência e necessidades únicas; tais quais são as suas?

Para aprender bem, deve-se manter a mente limpa. Ignorar o que acha que é correto diante do que desconhece e meditar, ponderar, amadurecer, dar tempo as experiências e não criticar de modo limitado, mas sim permitir que os significados se desenvolvam. E isto, dificilmente se faz sem a ajuda de um mentor mais experiente.

Cuide-se! Não deixe os 4 Grandes Perigos da Hipnose destruir sua vida!

Entregue-se a ela. Permita que ela se apresente e dignifique sua existência como já fez com uma quantidade infinita de seres humanos. E, se servir como incentivo, em nosso idioma, ela é uma mulher; educada, sábia, bem intelectualizada e cheia de encantos.

Psicoterapia GRATUITA e sem falhas.

Recentemente disponibilizei uma versão gratuita do meu trabalho. Acredito que seja algo de utilidade para muitos, visto que a obtenção de resultados é inevitável; o processo é ainda mais recompensador para aqueles que seguirem as instruções com dedicação e afinco.

Minha psicoterapia é extremamente indicada em casos de:

  • Ansiedade;
  • Depressão;
  • Insônia;
  • Falta de foco;
  • Pouca atenção;
  • Dificuldade de concentração;
  • Aprimoramento da memória;
  • Entre outras mazelas;

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Caso julgue seus resultados merecedores de minha atenção, deixe seu comentário. Ficarei feliz em saber como participei das suas conquistas e desafios.

5 motivos que explicam porque você é hipnotizável (como todo mundo)

Se você leu um artigo, assistiu uma entrevista ou depoimento de alguém falando sobre hipnose e ficou com dúvida sobre quem é hipnotizável ou não; saiba que você, como todo mundo, é. Segue abaixo algumas razões para você entender por que.

1. Você dorme

Hipnose é um estado onde você está meio desperto e meio adormecido. Todos os dias, já tendo sido hipnotizado ou não, você passa por este mesmo estado mental para entrar no sono comum, experienciado por todos.

2. Você acorda

Para retornar ao estado real de despertar, de vigília, você deve atravessar novamente o estado hipnótico, onde você está meio adormecido e meio desperto. Episódios de narcolepsia temporária podem ser notados quando alguém não sai do transe hipnótico por completo, algo que ocorre também com pessoas que podem usufruir de uma melhor noite de sono.

3. Você lê

A atenção provocada pela leitura cria um estado mental naturalmente hipnótico. Neste momento em que o uso da lógica e da razão é utilizada para absorver informações e novos aprendizados, dentre outros itens, a hipnose é o mecanismo que lhe permite atender rapidamente as interpretações conscientes e inconscientes, através de um canal de comunicação duplo, que une estes dois polos mentais. Veredicto final: você só sabe ler porque é hipnotizável.

4. Você aprende

Você aprende quando lê, quando assiste um filme, um documentário, uma aula, ou quando observa qualquer outro fenômeno diário. Você só não está aprendendo quando se determina a não aprender, mas, ainda assim, esta decisão foi apenas consciente e, por vezes, não consegue substituir a relevância do mecanismo de aprendizado inconsciente inerente a mente humana, absorvendo novas informações da mesma forma. Exemplo: Se você não lembra o nome deste artigo, lembra, ao menos, que foi interessante o suficiente para que você tenha a vontade de lê-lo. Este seria um exemplo de aprendizado onde seu inconsciente prevaleceu. Mas, caso você lembre o nome do artigo, juntamente com os motivos que o levaram a lê-lo, pode-se dizer que tanto sua mente consciente quanto inconsciente trabalharam muito bem logo num primeiro momento.

5. Você respira

Tente parar de respirar por alguns instantes. O que acontece? Seu corpo começa a ter reações físicas para que você entenda que ele precisa continuar respirando. Mas, digamos que você, consiga, por força de vontade ou pela circunstância, realmente ficar sem respirar por um bom tempo. O que acontece? Seu inconsciente te apaga; te desmaia, apenas para te mostrar como você não tem controle de tal processo como o da sua respiração, do modo que você tentava ter e, obviamente, para salvar sua vida. É natural que, com o treinamento apropriado, você torne-se capaz de prender a respiração por mais tempo, mas o mecanismo inconsciente que cuida da sua integridade física estará em pleno funcionamento, te desmaiando, para não permitir que você inflija dano ao seu próprio organismo. Uma vez que, se você não cuida da sua integridade física conscientemente, seu inconsciente se utilizará de mecanismos próprios para tal.

Hipnose é algo extremamente simples

E se tornará ainda mais simples, a medida que você entender que a hipnose, como, estado, não passa de uma forma incrivelmente otimizada de aprender e absorver informações. No contexto terapêutico este é o caminho para você conseguir o que quer, mudando o subconsciente. O subconsciente sempre é o objeto de mudança desejada em qualquer circunstância humana e a hipnose é a melhor forma de dominá-lo.

Hipnose e a causa do problema. Regressão: parada obrigatória?

A visão popular: o passado na hipnose e seu uso na regressão de idade e de vidas passadas

Na boca do povo, e na cabeça de muitos terapeutas, regressão está tão associada à hipnose como estão os números à matemática. Mas seria realmente a hipnose por via de regra uma terapia regressionista? Seria esta abordagem a opção mais indicada em todo tratamento hipnoterápico?

A associação da regressão à hipnose e seus motivos

Por conta de forte influência da escola psicanalista freudiana no início do século 20, muitos profissionais consideram a regressão, o reavivamento do passado, ou o reconhecimento dele, o método terapêutico hipnótico mais eficaz.

E embora todo o respeito histórico, o conhecimento e o reconhecimento popular a favor da regressão, também influenciado pela expansão do espiritismo e dos conceitos espiritualistas, tenha criado inúmeros seguidores da noção terapêutica de que a regressão é o caminho prioritário no tratamento psicoterápico, tornando-o favorito para muitos, é importante notar o avanço obtido no desenvolvimento das infinitas técnicas hipnóticas espalhadas nos últimos 200 anos, muitas delas completamente distantes das noções regressionistas e outras impossivelmente comparáveis em termos de flexibilidade e poder terapêutico-transformacional.

As noções de passado, presente e futuro no âmbito terapêutico hipnótico e seus devidos usos sempre existiram. Contudo, no Brasil, principalmente, a conversa quase sempre se encerra na exploração do passado do hipnotizado, favorecendo a regressão. O que nem sempre é a melhor abordagem terapêutica, principalmente para os indivíduos que não simpatizam com a regressão como modalidade terapêutica, seja esta de idade ou de vidas passadas.

ATENÇÃO: Regressão à 200 metros

Nas últimas décadas, diversos pesquisadores e profissionais registraram diferentes opiniões esclarecendo porque o uso da técnica regressionista, na hipnose ou fora dela, não é obrigatório e, que pode ser, até mesmo nocivo em alguns casos.

O amadurecimento e a criação de novos processo hipnóticos, o surgimento, reconhecimento e amadurecimento da PNL, a popularização da filosofia hipnótica de Milton H. Erickson, o crescimento das escolas cognitivas, comportamentais e cognitivo-comportamentais, o reconhecimento da riqueza da sabedoria popular voltadas à importância do convívio social como necessidades básicas, da identificação do humor como ferramenta terapêutica, da habilidade de foco da mente humana, e, mais ainda, pelas provas da natureza ilusória do tempo, de que só existe o agora, nos deixaram muito mais do que um rastro de idéias de que “O melhor de tudo em relação ao passado é que ele já acabou.” (Richard Bandler).

A insistência do uso da regressão ora deve-se a eficácia comprovada, ora ao fascínio nostálgico experienciado, ora à lógica de encontrar a causa do problema onde ele foi criado e vivido pela primeira vez, ora como um remédio que busca a verdade como ela é, ora ao peso que pode ter o reavivamento de uma lembrança, e, ora como a única saída para resolver um problema nunca antes solucionado. Todas estas alternativas podem nos levar a entender que a regressão é o melhor e talvez o único meio disponível para o descobrimento da causa do problema à ser tratado.

Mas toda essa lógica é posta em desafio quando entendemos que todas as mudanças que fazemos em nossas vidas que tiveram sucesso, fazemos sem pensar no passado, ou ao menos sem prestar muita atenção nele. Muitas mudanças nas nossas vidas ocorrem de forma espontânea.

A não identificação de causas que acompanham mudanças drásticas, cotidianamente, são mais comuns do que costumam ser ponderadas pela filosofia regressionista. A ?causa?, na criação do hábito e na dificuldade que é enfrentada ao tentar mudar, quando descoberta, muitas vezes desperta apenas um entendimento dos fatores motivacionais por trás de um comportamento ou hábito: as crenças de cada um, o que já é importante.

Existem mais pessoas no mundo mudando suas vidas saudável e espontaneamente o tempo inteiro do que pessoas com dificuldades tentando mudar suas vidas através de terapia. Mudanças ocorrem sem que as acompanhemos. Por vezes, não notamos, ou somos avisados por terceiros delas. Além disso, é extremamente compreensível responsabilizar o passado num momento de desorientação e dificuldade emocional.

Passado? Onde fica isso?

Não importa onde você vá, a solução e o problema estão sendo vividos agora. Esta é uma das afirmações da escola terapêutica não-regressionista.

Algo também importante, é que no estado hipnótico, é fácil imaginar situações e criar novas realidades. Isto torna possível o fato de que a memória recuperada pela regressão seja criada ou imaginada pelo hipnotizado. A escola regressionista possui raízes psicanalíticas e freudianas. Tal fato reverbera com o fato de em sua carreira, Freud ter abandonado a hipnose, decidindo que ela não serviria para os propósitos desejados por ele, dedicando-se então ao desenvolvimento da psicanálise. Quando o fez, deixou claro o quão necessário era o descobrimento da causa do problema de seus pacientes para solucionar as neuroses e dificuldades em questão.

Mas, o que muitos parecem não saber ou ignorar, é que Freud, embora um grande gênio da saúde mental, não foi e nem é uma autoridade hipnoterápica. Portanto, sua herança hipnótico-terapêutica, deve ser apreciada com ressalvas.

As pesquisas hipnóticas, totalmente desviadas das noções psicanalistas tendenciais e do mainstream, se mantiveram fortes até a década de 1970, 1980. Com resultados incrivelmente eficazes, com a revelação dos norte-americanos Dave Elman, Milton Erickson, John G. Kappas, com o surgimento da PNL e com uma expansão honrosa da hipnose pro Reino Unido nos anos 90. Quase todos os estudos desde a década de 50 até a década de 70, na minha opinião, uma das épocas mais promissoras da hipnose internacionalmente, exibiam provas dos bons resultados e do por que estudar mais hipnose no meio científico, do por que formalizar seu uso terapêutico, do por que levar a sério a mesma. Muitos destes estudos, não tiveram como nenhuma base, o uso da técnica regressionista como método terapêutico.

Mas então, Henrique, porque a hipnose não é tão respeitada e conhecida como a psicanálise ou como uma abordagem focada no passado? Respondo que isto já está mudando e que inevitavelmente observaremos as consequências positivas destas mudanças no decorrer dos anos.

Nem Freud explica

A assinatura freudiana no desenvolvimento da hipnoterapia no início do século 20, influenciou o uso da hipnose por diversos praticantes. Um dos hipnoterapeutas de maior destaque pregador a escola regressionista foi o supracitado Dave Elman. Elman, como Freud, acreditava que era necessário desvendar a causa do problema, supostamente no passado, afim de encontrar soluções para problemas atuais. Elman durante sua carreira tratou inúmeros indivíduos e treinou diversos médicos americanos.

Enquanto a escola regressionista hipnótica e seus precursores afirmavam-se, outros hipnoterapeutas não-regressionistas, não exclusivamente regressionistas ou que não favoreciam o uso da regressão como modalidade hipnoterápica, também tornavam-se conhecidos por seu trabalho, entre eles estão os também supracitados Milton H. Erickson e John G. Kappas, ambos profissionais bastante influentes na história da hipnose. Surgia também na época a PNL (Programação Neurolinguística), criada por Richard Bandler e John Grinder, que estudaram como excelentes resultados eram obtidos por excelentes profissionais e terapeutas.

Deste mesmo modo, diversos acadêmicos estudaram a hipnose como ferramenta terapêutica. Parte destes acadêmicos concluiu que não era necessário o uso da regressão para que bons resultados fossem obtidos com o uso da hipnose, ideia também reforçada por Kappas, Erickson, pela PNL de Bandler e Grinder e por diversas outras escolas terapêuticas, como as cognitiva, comportamental e cognitivo-comportamental. Muitos acadêmicos também reforçam que o uso da regressão pode ser negativo pela experiência de um possível reavivamento traumático, pelo desencadeamento de traumas não associados à dificuldade posta em contexto, e pela criação de falsas memórias, o que pode ser comum durante o transe hipnótico. A literatura científica é vasta em relação ao último item.

Hipnose e inflexibilidade terapêutica

Na hipnoterapia, a relação hipnoterapia/hipnotizado pode ser curta, muito curta. A crença pessoal do hipnoterapeuta influencia diretamente nos resultados obtidos no tratamento. Na hipnose, com poucas sessões muitas vezes pode-se experienciar uma mudança completa ou um progresso invejável, quando comparamos com outras modalidades psicoterápicas.

Para que a experiência do hipnotizado seja rica e recompensadora, é recomendado que o hipnoterapeuta mantenha-se aberto às crenças do hipnotizado, enquanto, ao mesmo tempo, exerce o papel profissional de guia, mentor, facilitador e terapeuta. Pode-se afirmar que a hipnoterapia e o hipnoterapeuta ideal é aquele que sabe adequar-se à realidade do hipnotizado sem abrir mão do seu profissionalismo e expertise hipnótico.

Não é hipnose

É comum ver a regressão promovida como uma técnica não-hipnótica. E, dada a natureza do transe hipnótico, isto é totalmente possível.

Esta é uma prática que gera conforto tanto para o terapeuta, quanto para o hipnotizado, uma vez que todo o medo e insegurança provocada pela hipnose é descartada de imediato quando entende-se que aquele procedimento de palco, assustador, perigoso, que toma o controle das pessoas, não será utilizado.

Mas o que seria melhor? Promover a informação sobre o que é hipnose e educar cada hipnotizado, ou usufruir dos benefícios terapêuticos e sugestionáveis da hipnose sem ao menos tratar deste assunto?

Uma decisão profissional: o papel do hipnoterapeuta

Todos devem ser educados sobre a hipnose, como ela funciona e como a mesma ocorre diariamente sem que sequer possamos acompanhar, especialmente quando não entendemos o que ela é.

Nem todos compartilham da crença acima. De fato, grande parte dos profissionais que optam por trabalhar com a modalidade regressionista sem associá-la à hipnose o fazem por:

  • Receio de tocar num assunto considerado delicado com seus clientes;
  • Transmitir maior confiança aos clientes evitando desencadear as inseguranças por ora causadas pela hipnose;
  • Evitar a necessidade de desfazer e esclarecer os mitos acerca da hipnose;
  • Desconhecimento da natureza do transe hipnótico e suas variantes diárias;
  • Terem sido ensinados a atuar desta forma, fazendo-o deliberadamente, ou;
  • Simples preferência pessoal;

Sendo a natureza do transe hipnótico o uso da atenção para levar o hipnotizado a um resultado final, tendo como consequência a realização deste, não existe regressão sem hipnose. Contudo, uma vez que o transe hipnótico é algo tão natural, não há necessidade ritualística para alcançar o estágio regressionista, visto que o mesmo ocorre diariamente sem que notemos.

Regressão: antes e depois dela

O procedimento regressionista hipnótico tem como objetivo obter bons resultados terapêuticos. É dado por certo que após um procedimento regressionista, nada de demais pode acontecer, caso o mesmo encontre a causa do problema e o mesmo seja solucionado. Contudo, no momento da regressão, há sempre a possibilidade do cliente reviver outras idéias associadas à época mesmo após o procedimento terapêutico, independente de uma forte catarse emocional ou não.

A possibilidade de regredir espontaneamente dias após o procedimento regressionista pode ser comparada ao fato de regressões espontâneas ocorrerem normalmente ocasionalmente, quando encontramos um amigo de longa data, quando sentimos saudades e lembramos de uma pessoa querida que já se foi, quando revivemos a infância e outros momentos naturalmente nostálgicos. Após a regressão, tais lembranças podem ocorrer com frequência e duração maiores; tendo este acontecimento funções terapêuticas benéficas ou não.

É importante falar também, que, dada a natureza da mente humana ao uso da memória seletiva, todo e qualquer procedimento terapêutico possibilita o desencadeamento de memórias associadas à situações e sensações semelhantes. Estados emocionais conhecidos trarão mais estados emocionais conhecidos. Contudo, muitas vezes no procedimento regressionista lidamos com momentos traumáticos ou desconfortáveis, e é justamente este tipo de seleção mnemônica que gostaríamos de evitar no estágio pós-regressionista. Nestes casos, uma lembrança pós-regressiva incômoda pode ter a tendência de permanecer durante dias, semanas ou meses.

Este entendimento reduz, mas não limita, o entendimento da regressão como a simples lembrança e reavivamento de experiências do passado, podendo estas ocorrerem no consultório, sendo terapêuticas ou fora deste, sendo verdadeiramente espontâneas. A natureza destas lembranças podem ser boas ou ruins, dado o entendimento da memória seletiva que opera de forma independente na mente humana e levando em consideração o uso deliberado de tais memórias para a inovação e renovação individual diárias.

A causa inexistente: quando a causa não é encontrada

Outro item que pode colocar em questionamento o uso da regressão como ferramenta terapêutica são os episódios em que alguns terapeutas, munidos pela crença de que a regressão é a única solução para todos os problemas, a utilizam repetida, continua e indiscriminadamente, independente dos resultados obtidos, sessão após sessão de hipnose. Nestes casos, as chances de uma resolução terapêutica são reduzidas ao simples uso da regressão para encontrar a causa correta do problema, sendo aqui, a regressão terapêutica, a única técnica empregada pelo profissional.

Diversas sessões são realizadas até que o cansaço vence a abordagem regressionista. Classifico estes eventos como casos de “causa inexistente”.

A abordagem no presente: hipnose no aqui e agora

Quando entendemos que todo problema ocorre agora, só existe o presente: o que é sentido, o que é vivido e o que é falado no momento atual. Toda interpretação será alterada de acordo com o que é sentido. As crenças são os itens mais importantes à serem trabalhados na terapia. Definem-se por, porém não limitam-se à: subjetividade da experiência humana, a vida em geral, o cotidiano, o antes, o durante e o depois de cada momento, os ciclos de mudança, transformação e mantenimento da personalidade, das suas percepções, dos processos cognitivos, dos comportamentos e dos hábitos. O estudo de novas estratégias de tratamento, a avaliação constante dos resultados obtidos à cada sessão e o acompanhamento terapêutico são cruciais para que o processo hipnoterápico seja orgânico.

Vale frisar que o terapeuta que prefere atuar no momento presente não descarta a importância do passado, mas o utiliza como recurso adicional, integrativo, como algo que possui a capacidade de corroborar o potencial da sua abordagem terapêutica. Na hipnose, a prática hipnoterápica não-regressionista dá um espaço maior à própria criatividade do hipnoterapeuta e do hipnotizado; cria raízes para um aprendizado valioso, estável e constante. O foco aqui é manter um nível de independência e autoconhecimento que pode ser reutilizado sempre que necessário, não limitando o escopo de solução, muito menos escravizando o hipnotizado ao processo terapêutico, que, por vezes, tende a angariar resultados de forma extremamente rápida e mais flexível do que na abordagem regressionista.

Para obter sucesso na abordagem do presente é crucial que as variáveis corretas sejam levantadas, colocadas em questão e que o hipnoterapeuta esteja apto a identificar o que é relevante para o caso em particular, descartando muitos dos procedimentos convencionais estabelecidos até mesmo por escolas hipnoterápicas antigas e as mais tradicionais, baseadas na própria abordagem hipnótico-regressionista em questão, ou na psicoterapia tradicional, herdada da psicanálise.

O caminho do hipnoterapeuta

É importante que o hipnoterapeuta explore diferentes procedimentos terapêuticos e diferentes técnicas para obter os resultados desejados por quem o procura. Cada indivíduo é único; cada cabeça é um mundo. Cabe ao profissional que costuma utilizar a regressão como ferramenta terapêutica buscar, entender, acompanhar e observar seus resultados, benefícios da sua aplicação comparadas a outras técnicas hipnótico-terapêuticas e decidir qual o melhor caminho a ser tomado.

Como eu atuo

Opto sempre pela criação de estratégias individuais adequadas à cada caso. A utilização de conceitos diversos e o enriquecimento da aplicação de técnicas hipnóticas se dão no momento em que o hipnotizado é descoberto, investigado em meu consultório. Sem dúvida a experiência e semelhança de alguns casos complementam-se, contudo, pré-definições são postas em questionamento à todo o tempo. O caminho está sempre aberto e é sempre passível a mudança, visto que a única constante aqui, é a busca pelo bem-estar e pelo resultado desejado por cada indivíduo. Naturalmente há um acordo entre as partes para que a compreensão do trabalho à ser realizado seja esclarecida e beneficie tanto a estrutura estratégica oferecida pelo hipnoterapeuta, quanto pelo hipnotizado.

No final das contas, o hipnoterapeuta atento se utilizará sempre da melhor hipnose existente: a que o hipnotizado nos traz.

4 razões para você fazer hipnoterapia

A hipnoterapia só usa a parte boa e “não assustadora” da hipnose (se é que você ainda acredita que há algo de assustador nela). Imagine o quão bom seria participar de um processo terapêutico com estas características:

1. Pouca reclamação e muita ação (solução)

Esqueça voltas e voltas na sua vida e buscas intermináveis de problemas do passado. Na hipnoterapia, você ouve mais do que fala. Algumas vezes, o processo terapêutico se torna uma conversa agradável e descontraída. A consequência disso é a facilidade de adquirir informações importantes e promover mudanças poderosas com o maior comprometimento não-consciente que sua mente é capaz de oferecer através da hipnose.

2. Prazeroso e didático

A sensação de estar hipnotizado é incrivelmente prazerosa, descrita por muitas pessoas como uma das melhores sensações já experienciadas. À cada sessão, esta sensação é amadurecida e a experiência hipnótica reforçada, tornando sua capacidade de aprendizado mais flexível e, facilitando a associação dos seus objetivos com sua realidade atual.

3. Mudar naturalmente, sem esforço consciente

Na hipnoterapia, maior parte das mudanças ocorrem sem nenhum esforço consciente. E, mesmo quando necessário algum esforço, tudo é incrivelmente facilitado pelos processos hipnoterápicos. A regra número um aprender a conversar com sua própria mente e deixá-la trabalhar livremente.

4. Mudança e evolução sem limites

Você quer parar de fumar ou somente fumar 3 cigarros por dia, um após cada refeição? Você só quer emagrecer 20 quilos ou quer se tornar um atleta? Seu objetivo é perder o medo de falar em público ou se tornar um palestrante? Na hipnose você escolhe. Os objetivos são bem definidos e cada um deles é trabalhado ao seu desejo e bom gosto.

A hipnoterapia só tem a adicionar pontos positivos na sua vida. Mudanças que você tanto procurava fazer começam a fazer parte da sua vida num piscar de olhos.

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